Fanfic Isabella Swan de Darkenwald - Capitulo 1

CAPÍTULO I - A INVASÃO 1ª PARTE

28 de outubro, 1066

Cessou o estridor da batalha. Os gritos e gemidos silenciaram, um a um. A noite está quieta e o tempo parece imóvel. A lua de outono, cansada e cor de sangue, brilha no horizonte indefinido, e o uivo distante de um lobo caçando fazia tremer a noite, acentuando o silêncio sinistro que envolvia a terra. Retalhos de névoa deslizavam sobre os pântanos, sobre os corpos mutilados dos mortos. A terra plana, com pedras esparsas, estava coberta com os restos dos heróicos filhos da cidade. Um jovem com não mais de doze primaveras jazia ao lado do pai. O vulto enorme e escuro do senhor de Darkenwald erguia-se além, com a ponta aguda da única torre espetando o céu.

No interior do castelo, Isabella estava sentada sobre a esteira que cobre o assoalho, na frente da cadeira da qual seu pai, o falecido Charlie Swan, senhor de Darkenwald, dirigia seu feudo. Uma corda áspera estava amarrada no seu pescoço esguio, com a outra ponta atada no pulso de um normando alto e loiro, com cota de malha, encostado no símbolo rusticamente gravado do status de Lorde Swan. James de Marte observava a selvageria com que seus homens destruíam o castelo, à procura de objetos de valor, galgando a escadaria para os quartos de dormir, batendo as portas pesadas, revistando cofres e depositando sobre um pano estendido no chão, aos seus pés, os troféus mais valiosos. Isabella viu sua adaga com pedras preciosas incrustadas no cabo e o cinturão de ouro filigranado, arrancado de sua cintura há poucos minutos, atirados na pilha entre os outros tesouros que enfeitavam seu lar.

Surgiam desavenças e brigas entre os homens, por causa de um ou outro objeto, mas eram rapidamente silenciadas a uma ordem do captor de Bella, como era conhecida no Feudo. Quase sempre, o objeto que dera motivo à briga era depositado aos pés dele. Os invasores tomavam cerveja liberalmente e devoravam carne, pão e qualquer outro alimento que encontrassem. Aquele cavaleiro com armadura de ferro, das hostes de Guilherme, que a mantinha prisioneira, levou à boca o chifre de touro e tomou um generoso gole de vinho, sem se preocupar com o sangue do pai da jovem, que ainda tingia sua cota de malha. Quando nada mais prendia sua atenção, o normando girava e puxava a corda, magoando a pele fina do pescoço de Bella. Cada vez que seu rosto se contorcia de dor, o cavaleiro ria cruelmente, satisfeito por ter conseguido alguma reação e essa vitória parecia-lhe abrandar o mau humor. Contudo, certamente ele preferia vê-la chorar e pedir misericórdia. Bella continuava alerta e atenta e, quando olhava para ele, era com uma expressão de calmo desafio, que o irritava. Outra qualquer estaria se arrastando aos seus pés, implorando piedade. Mas não essa jovem. Alguma coisa na atitude e na expressão dela, cada vez que ele puxava a corda, parecia desafiá-lo. O cavaleiro não podia imaginar as profundezas daquele espírito, mas estava resolvido a testá-lo antes do fim da noite.

Ele a encontrara ao lado da mãe, Lady Renne, no hall do castelo, quando, com seus homens, arrombou a pesada porta, como se estivessem dispostas a enfrentar todo o bando de normandos invasores. Empunhando a espada ensanguentada, ele parou do lado de dentro da porta, enquanto seus homens invadiram o palácio, à procura de inimigos prontos para lutar. Mas vendo que não havia ninguém para recebê-los, além das duas mulheres ao lado dos enormes cães de caça, os homens abaixaram as armas. Com pontapés e socos certeiros, dominaram e amarraram os cães e voltaram-se então para as mulheres, tratando-as quase do mesmo modo.

Seu primo, Laurent de Comte, avançou para a jovem, disposto a fazer dela sua presa, mas encontrou à sua frente Renne, pronta para defender a filha. Laurent tentou empurrar a mulher, mas ela estendeu a mão para a adaga dele e a teria tirado da bainha se o homem, percebendo sua intenção, não a tivesse derrubado com um golpe do seu guante de ferro. Com um grito, Bella ajoelhou ao lado da mãe e, antes que Laurent a agarrasse, James adiantou-se e tirou brutalmente a rede da cabeça da jovem, soltando a cascata de cabelos avermelhados e sedosos. O cavaleiro normando enrolou a mão nas mechas longas e puxou, obrigando-a a ficar de pé. Ele a arrastou até uma cadeira, a fez sentar e amarrou seus pulsos e tornozelos fortemente. Renne, atordoada ainda, foi amarrada aos pés da filha. Então os dois cavaleiros juntaram-se aos seus homens no saque da cidade.

Agora, a jovem estava no chão, aos pés dele, vencida e quase à beira da morte, mas de seus lábios não saía nenhuma palavra pedindo clemência ou misericórdia. Por um momento, James ficou indeciso, reconhecendo naquela jovem uma força de vontade que poucos homens possuíam.

O cavaleiro não tinha idéia da luta que se travava no íntimo de Bella para controlar o tremor do seu corpo e manter uma atitude orgulhosa, sem tirar os olhos da mãe. Renne servia os invasores com os pés amarrados, para evitar que desse um passo completo. Ela arrastava um pedaço da corda que a prendia, e os homens divertiam-se pisando na ponta, fazendo-a cambalear e cair. Suas gargalhadas eram verdadeiros rugidos de satisfação quando ela caía e a cada queda Bella empalidecia, ela era mais forte para suportar o próprio sofrimento do que para assistir à humilhação da mãe. Quando Renne caía com uma bandeja cheia de comida ou bebida nas mãos, o divertimento era total e, antes de se levantar, levava pontapés e empurrões, como castigo pela falta de cuidado.

Então os temores de Bella se renovaram quando Renne tropeçou e derramou vinho sobre um soldado de rosto abrutalhado. O homem agarrou o braço de Renne com a mão enorme e brutal, obrigou-a a ficar de joelhos e com um pontapé atirou-a para longe. Na queda, uma pequena bolsa saltou do cinto de Renne, mas ela levantou-se e, sob as imprecações do normando, apressou-se a apanhá-la do chão. Ia recolocá-la na cintura, mas, com um grito, o soldado bêbado agarrou sua mão e tomou-lhe a bolsa. Renne tentou recuperá-la e a ousadia de seu gesto despertou a ira do soldado. Ele deu-lhe um murro na cabeça que a fez girar e o corpo de Bella enrijeceu, seus lábios se contraíram e uma expressão feroz brilhou em seus olhos. Porém, o soco que dera parecera apenas divertir o homem. Esquecendo o tesouro por um momento, ele perseguiu a mulher que cambaleava, atordoada, desfechou-lhe outro golpe e, segurando-a pelos ombros, começou a espancá-la brutalmente.

Com um grito de revolta, Bella ficou de pé, mas James puxou a corda com força e ela caiu no chão. Quando conseguiu respirar novamente, viu a mãe inconsciente e imóvel e o soldado, de pé ao lado dela, sacudindo a bolsa em triunfo, com gritos de satisfação. Ele rasgou a bolsa, ansioso para ver que tesouros continha. Para seu desapontamento, encontrou apenas algumas folhas secas, que atirou no chão, praguejando com desprezo e fúria. Jogou longe a bolsa rasgada e castigou com outro pontapé o corpo inerte de Renne. Com um soluço de agonia, Bella tapou os ouvidos com as mãos e fechou os olhos para não ver mais o sofrimento da mãe.

— Chega! — rugiu James, abrandando sua crueldade ao ver a dor de Bella. — Se a velha sobreviver, poderá nos servir.

Apoiando-se nas mãos, Bella levantou um pouco o corpo e voltou para seu captor os olhos cor de chocolate, ardentes de ódio. Seu longo cabelo ruivo caía despenteado sobre os ombros e o peito arfante e, ali no chão, era como uma loba enfrentando o inimigo. Mas lembrou do sangue que tingia a espada de James quando ele entrou no castelo e das manchas em sua cota de malha, o sangue de seu pai. Lutou contra o pânico que ameaçava roubar suas últimas forças e contra a dor da perda e a autopiedade que a levariam à submissão. Controlou as lágrimas que subiam aos olhos, provocadas pelas emoções experimentadas pela primeira vez na vida e pela certeza profunda e atormentadora de que seu pai jazia sem vida na terra fria, não-abençoado pelos ritos sagrados e por saber que ela não podia fazer nada. Estaria a misericórdia tão ausente dos corações daqueles normandos que mesmo agora, com a batalha vencida, não iam procurar um padre para encomendar as almas dos mortos?

James olhou para a jovem sentada no chão, com os olhos fechados e os lábios trêmulos entreabertos, não vendo a luta que enfraquecia sua resistência. Se ele tivesse se levantado naquele momento, teria satisfeito seu desejo de vê-la se encolher de pavor, mas James pensava no cavaleiro sem nobreza que se apossaria de tudo que o rodeava.

Antes do anoitecer eles tinham chegado, a galope, arrogantes como devem ser os conquistadores, para exigir a capitulação da cidade. Darkenwald não estava preparada para aquele inimigo. Depois da sangrenta vitória de Guilherme sobre o Rei Harold, em Senlac, quinze dias antes, correu a notícia de que o Duque normando estava marchando para Canterbury com seu exército, tendo perdido a paciência com os ingleses, que, embora vencidos, lhe recusavam a coroa. O povo de Darkenwald respirou aliviado, pois o caminho para Canterbury passava longe da cidade. Mas não levaram em conta os pequenos grupos de cavaleiros enviados para atacar e saquear as pequenas cidades nos flancos do exército de Guilherme. Por isso, o grito da sentinela avisando da chegada dos normandos foi um choque para todos. Charlie, embora leal ao rei morto, conhecia a vulnerabilidade de seu feudo e pretendia se entregar pacificamente se a provocação não tivesse sido insuportável.

Entre os normandos, apenas James de Marte sentia-se pouco à vontade naquela região, enquanto atravessavam os campos, passando pelas casas dos camponeses, a caminho da mansão cinzenta onde morava o senhor daquele feudo. Quando chegaram ao castelo, ele olhou em volta, Nada se movia nos prédios externos e o local parecia deserto. A entrada principal, uma porta de carvalho com reforços de ferro, estava fechada. Nenhuma luz atravessava as peles finas que cobriam as janelas e as tochas nos suportes de ferro, nos dois lados da porta, estavam apagadas. Tudo estava silencioso no interior do castelo, mas, quando o jovem arauto chamou, a porta foi parcialmente aberta. Um homem, de cabelo e barba pretos, alto e forte, apareceu, empunhando uma espada. Saiu, fechou a porta e James ouviu o som da tranca encaixada na parte de dentro. Então o saxão voltou-se para os intrusos. Ficou imóvel e o arauto se aproximou, desenrolando um pergaminho. Confiante em sua missão, o jovem começou a ler.

— Ouça, Charlie Swan, Lorde de Darkenwald. Guilherme, Duque da Normandia, reivindica a Inglaterra como seu domínio, por seu direito de soberania.

O arauto leu em inglês as palavras que James havia preparado em francês. O cavaleiro ignorara o pergaminho ditado por Sir Edward Cullen, um bastardo de sangue normando, pois, em sua opinião, era mais uma súplica humilhante do que uma ordem formal de capitulação. Aqueles saxões, afinal, não passavam de vis infiéis cuja arrogante resistência devia ser esmagada sem misericórdia. Contudo, Edward queria que fossem tratados como homens honrados. Eles foram vencidos, pensava James, pois agora deviam reconhecer seus senhores.

James, então, começou a ficar perturbado vendo a expressão no rosto do homem quando o arauto explicou que todos os homens, mulheres e crianças deviam ser levados à praça principal e marcados na testa com a marca de escravos e que o senhor do feudo devia se entregar, com toda a sua família como refém, para garantir o bom comportamento do povo.

James mudou de posição na sela, olhando apreensivo à sua volta. Ouviram o cacarejo de uma galinha e o arrulho de uma pomba. Sua atenção foi despeitada pelo movimento de uma janela que se abriu ligeiramente na ala superior do castelo. O cavaleiro não podia ver o interior escuro, mas sentiu que alguém, atrás das venezianas rústicas de madeira, o observava. James passou um lado do manto por sobre o ombro, liberando o braço direito e o punho de sua espada.

Olhou outra vez para o orgulhoso senhor da mansão, que o fazia lembrar seu pai — decidido, arrogante, sem intenção de ceder uma jarda sem antes ter ganhado dez. O ódio cresceu no coração de James, alimentado pela comparação. O rosto do saxão ficava mais rubro e furioso à medida que o arauto lia as absurdas condições.

De repente, uma brisa gelada açoitou o rosto de James, fazendo tatalar os gonfalões como um prenúncio de morte. Seu primo Laurent, ao seu lado, resmungou, começando a sentir a tensão que fazia o suor brotar sob a túnica de couro que James usava debaixo da cota de malha. Sentia as palmas úmidas dentro dos guantes e ele apoiou a mão sobre o punho da espada.

Nesse momento, o lorde, com um brado de revolta, brandiu a espada com fúria demoníaca. A cabeça do arauto rolou no chão antes de o corpo desmoronar molemente. O espanto e a surpresa atrasaram por um momento a reação dos normandos e, nesse meio-tempo, camponeses, armados com foices, forcados e armas rústicas, saíram de seus esconderijos, Sir James gritou uma ordem, praguejando contra si mesmo por ter sido apanhado de surpresa. Incitou o cavalo para frente, contra os camponeses que saltavam e estendiam as mãos para arrancá-lo da sela. Brandia a espada à direita e à esquerda, abrindo cabeças e decepando mãos. Viu Lorde Charlie lutando contra três soldados normandos e por um instante passou por sua mente a idéia de que Harold poderia ainda ser rei, se tivesse aquele saxão ao seu lado. James lançou o cavalo contra a massa humana, tendo como alvo Lorde Darkenwald, pois ele o via agora através de uma névoa avermelhada que só se abrandou quando sentiu o corpo do senhor da mansão sucumbir à sua espada. Os camponeses, percebendo seu intento, tentavam deter o avanço do cavaleiro invasor. Lutaram galantemente para defender seu senhor, até o último suspiro. Não podiam superar homens treinados para a guerra. O poderoso garanhão seguiu pisando nos corpos dos vencidos, até alcançar o objetivo. Lorde Charlie levantou os olhos para a espada erguida e seu fim foi rápido quando a lâmina de Marte através sou-lhe o crânio. Vendo seu senhor abatido, os servos dissolveram as fileiras, fugindo e o clamor da batalha foi substituído pelo lamento das mulheres, o choro das crianças e as batidas surdas do tronco de árvore contra a pesada porta de Darkenwald.

De onde estava, sentada aos pés de James, Bella observava ansiosamente a mãe, esperando algum sinal de vida, e deu um suspiro de alívio quando Renne afinal se moveu. Ouviram um fraco gemido e a pobre mulher tentou erguer o corpo, apoiada num cotovelo. Olhou em volta atordoada. Seu agressor avançou outra vez para ela.

— Traga-me cerveja, escrava! — rugiu ele, erguendo-a pela gola do vestido e atirando-a contra um barril de bebida, mas Renne, com os pés amarrados, caiu outra vez. Levantou-se com esforço, mas o soldado pisou no pedaço de corda dependurado atrás dela, fazendo-a cair de joelhos. Satisfeito, ele gritou:

— Arraste-se, sua cadela! Rasteje como um cão — disse, rindo e Renne foi obrigada a servi-lo de joelhos.

— Cerveja! — gritou o homem, lançando para ela seu copo de chifre.

Renne olhou para ele, confusa e só compreendeu quando o homem a empurrou contra o barril outra vez. Quando ela entregou o chifre cheio de cerveja, outros homens exigiram o mesmo serviço e Renne continuou com seu andar trôpego, servindo cerveja e vinho com a ajuda de dois servos, Rosalie e Seth, surpreendidos pelos normandos quando tentavam fugir.

Renne servia os normandos, mas seus lábios feridos começaram a se mover numa ladainha monótona. As palavras em saxão penetraram a mente de Bella e, com um horror que ela procurou não demonstrar, compreendeu que a mãe murmurava ameaças terríveis, que os homens não podiam compreender e invocava os mais vis espíritos dos pântanos para atormentá-los. Se um deles pudesse entender o que Renne dizia, sem dúvida a assaria no espeto, como a um leitão. Bella sabia que a sobrevivência das duas dependia apenas do capricho de seu captor. Até seu noivo estava nas mãos do inimigo. Bella ouviu os normandos falarem de outro bastardo que, obedecendo ordens de Guilherme, fora a Cregan exigir a capitulação da cidade. Jacob estaria morto também, depois de ter lutado tão galantemente ao lado do Rei Harold, em Hastings?

Olhando para Renné, James pensou na pose régia e na beleza madura que ela ostentava antes de ser espancada e ter o rosto deformado por seus homens. Não conseguia ver o menor traço daquela mulher altiva na criatura imunda e trôpega que servia os soldados, com o rosto contraído e o cabelo cor de cobre sujo de sangue e pó. Talvez a jovem aos seus pés estivesse vendo a si própria quando observava atentamente a mãe.

Um grito fez Bella desviar a atenção de Renne e ela olhou em volta. A jovem serva Rosalie estava sendo disputada por dois soldados, que a puxavam de um lado para o outro. A tímida criada, com dezoito anos, nunca conhecera um homem e agora enfrentava o pesadelo de um estupro iminente nas mãos daqueles bandidos.

Bella mordeu as juntas das próprias mãos para não ecoar os gritos de horror de Rosalie. Sabia que muito em breve ela seria vítima do desejo de um dos homens. Quando rasgaram toda a frente do vestido de Rosalie, Bella sentiu a mão pesada em seu ombro, procurando contê-la. Mãos calejadas e cruéis assaltaram o corpo da jovem criada, macerando a pele macia. Bella estremeceu revoltada, sem poder tirar os olhos da cena brutal. Finalmente um dos homens derrubou o outro com um murro na cabeça e, tomando nos braços a pobre Rosalie, que esperneava e gritava, saiu do salão. Desesperada, Bella imaginou se a jovem ia sobreviver àquela noite, sabendo que as probabilidades eram poucas.

Fanfic escrita por Verena Oliveira

Um comentário:

  1. noSSa eu adorei a finfic....

    eu não vejo a hora de ver o

    Segundo capitulo....
    BEIJOSSS....

    LILI....

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Não tem conta no google ou algo do tipo?!
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